Subsecretário da Argentina morre em aparente suicídio

O subsecretário de Comércio Exterior da Argentina, Iván Heyn, que fazia parte da delegação do seu país na 42ª Cúpula do Mercosul, foi encontrado morto nesta terça-feira em um hotel em Montevidéu, informaram meios de comunicação do Uruguai e da Argentina. O corpo de Heyn, de 33 anos, foi encontrado enforcado no apartamento que ocupava no Hotel Radisson, no centro da capital uruguaia. A imprensa argentina disse que a presidente Cristina Kirchner se sentiu mal e pediu a assistência de seu médico, após saber da morte de Heyn. Segundo fonte da polícia uruguaia, que falou sob anonimato à agência France Presse (AFP), o jovem, considerado uma estrela da política peronista, se suicidou.

AE, Agência Estado

20 de dezembro de 2011 | 18h30

Heyn ocupava o cargo há alguns dias, criado pela presidente em 10 de dezembro, quando ela assumiu a presidência argentina para um segundo mandato. Além disso, Heyn integrava o grupo político La Cámpora, uma das facções de jovens peronistas (justicialistas) mais leais à mandatária.

Até então, Heyn presidiu a corporação de capitais mistos Puerto Madero, encarregada do desenvolvimento e urbanização do bairro portuário de Buenos Aires, revitalizado durante os últimos 15 anos. Ele também representava o governo argentino na empresa de alumínio Aluar.

Economista formado pela Universidade de Buenos Aires (UBA), Heyn foi subsecretário de Indústria do governo entre maio de 2008 e janeiro de 2009. Após isso, ele foi gerente do Banco de Investimentos e Comércio Exterior (BICE). Heyn também foi presidente da Federação Universitária de Buenos Aires (FUBA).

As informações são da Associated Press e da Dow Jones.

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