Sul-africanos prestam últimas homenagens a Mandela

Líderes mundiais também expressaram condolências pela morte do líder sul-africano; funeral deve durar doze dias

AE, Agência Estado

06 de dezembro de 2013 | 07h38

Atualizado às 8h15

Sul-africanos de todas as partes do país prestam nesta sexta-feira suas últimas homenagens a Nelson Mandela, líder da luta contra o regime racista do apartheid, morto nessa quinta-feira, 5, aos 95 anos.

Em meio a cantos, lágrimas e orações da população, o governo da África do Sul tratava dos preparativos para os funerais. Ainda não há um cronograma detalhado, mas a expectativa é de que sejam doze dias de homenagens.

Numa cerimônia realizada nesta sexta-feira, o arcebispo emérito Desmond Tutu disse que Mandela, primeiro negro a governar a África do Sul depois da queda do apartheid, desejava que os próprios sul-africanos fossem seu "legado", seguindo os preceitos de unidade e democracia por ele incorporados.

Líderes mundiais também prestaram suas condolências pela morte de Mandela. O vice-presidente americano, Joe Biden, fez um minuto de silêncio em memória do líder sul-africano em Seul, onde se encontra para conversas sobre a nova zona de defesa aérea chinesa, que causa tensão na Ásia. A Rainha Elizabeth II disse em nota que está "profundamente triste" com o falecimento de Mandela.

Na manhã de hoje, muitas pessoas já se aglomeravam em frente à residência de Mandela em Johannesburgo, assim como em frente a sua antiga casa no Soweto. A associação de bancos da África do Sul anunciou que as agências bancárias permaneceriam fechadas nesta sexta-feira. (Com informações da AP)

 

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