Sul-sudaneses vivem em situação indigna, diz ONG

A organização não-governamental Médicos Sem Fronteiras disse nesta sexta-feira que os refugiados em um campo da Organização das Nações Unidas (ONU) no Sudão do Sul estão vivendo em condições que "são uma afronta à dignidade humana". Segundo membros do grupo de apoio, os civis que fugiram das regiões de conflito passam dias com esgoto na altura dos joelhos e alguns são obrigados a dormir em pé para manter as crianças acima do nível da água.

Estadão Conteúdo

08 de agosto de 2014 | 15h13

Os residentes não podem deixar os campos de refugiados por medo de serem mortos do lado de fora. Os Médicos Sem Fronteiras exigem que a área seja drenada imediatamente.

A Human Rights Watch publicou um relatório nesta sexta-feira documentando o assassinato de milhares de civis por motivos éticos desde o início da violência no Sudão do Sul, em dezembro. O grupo pediu que a ONU proíba a exportação de armas para o país. Fonte: Associated Press.

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