Supostos hackers na China tiveram acesso a dados de 4 milhões nos EUA

Uma fonte do governo descreveu o fato como um dos maiores casos de roubo de dados de funcionários já vistos

O Estado de S.Paulo

04 de junho de 2015 | 19h16

WASHINGTON - O FBI está investigando a aparente invasão de amplo alcance sobre dados mantidos pelo Escritório de Gerenciamento de Pessoal, onde há registros de aproximadamente 4 milhões de pessoas, segundo funcionários ligados ao assunto.

Fontes dos EUA suspeitam que hackers na China estão por trás do ataque, ainda que continuem a investigar, disseram as fontes. Uma delas descreveu o fato como um dos maiores casos de roubo de dados do governo já vistos. Segundo os investigadores, o caso é diferente de outro ocorrido no ano passado.

Um porta-voz do FBI disse que a agência está trabalhando com outros órgãos do governo para investigar. Em comunicado, o Escritório de Gerenciamento de Pessoal disse que detectou a falha em abril de 2015 e está trabalhando com o Departamento de Segurança Interna e o FBI. O Departamento de Segurança Interna afirmou que "concluiu no início de maio" que informações haviam sido roubadas. Não está claro quantos desses indivíduos que tiveram dados roubados são funcionários do governo e quantos poderiam ser terceirizados. 

A embaixada chinesa em Washington não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário. Em ocasiões anteriores, o porta-voz do local disse que é bastante difícil identificar a origem de hackers. / Dow Jones Newswires

Tudo o que sabemos sobre:
EUAataque cibernéticohackersChina

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.