Suspeito jordaniano admite ter sido segurança de Bin Laden

Um jordaniano, acusado de auxiliar no planejamento dos atentados de um movimento radical palestino, disse que aceitou, durante visita ao Afeganistão, trabalhar para o líder grupo na Alemanha. Shadi Abdellah, o suspeito, admitiu ainda que trabalhou como segurança de Osama bin Laden, líder da organização extremista Al-Qaeda, durante a viagem que fez ao Afeganistão. No entanto, Abdellah insistiu que o grupo Al-Tawhid - liderado por Abu Musab al-Zarqawi - é independente e garantiu que seu líder "não tem nada a ver com a Al-Qaeda". Este ano, o secretário de Estado dos EUA, Colin Powell, acusou Al-Zarqawi de ser um "parceiro de Bin Laden". Abdellah disse à corte de Dusseldorf que a célula alemã recebia ordens de Al-Zarqawi, cujo nome verdadeiro é Ahmed al-Khalayleh, um militante jordaniano que conheceu em Cabul no início de 2000 e com quem estabeleceu "um relacionamento cada vez mais próximo" ao longo do tempo.

Agencia Estado,

02 Julho 2003 | 16h40

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