Reuters
Reuters

Suspeitos de envolvimento com o Estado Islâmico são presos na Malásia

De acordo com a polícia local, 16 pessoas suspeitas de terrorismo foram presas no país em uma operação iniciada no dia 10 de agosto

Redação, O Estado de S.Paulo

26 de setembro de 2019 | 04h21

BANGKOK - A polícia da Malásia anunciou nesta quinta-feira, 26, que prendeu 16 suspeitos de terrorismo, que estariam vinculados ao grupo jihadista Estado Islâmico (EI). Os suspeitos teriam planejado atentados contra políticos locais.

Doze dos suspeitos são da Indonésia, dois são da Malásia e um é da Índia. O último seria integrante do grupo separatista indiano 'Sikhs For Justice', organização cujos membros da religião sij aspitam criar um estado independente.

De acordo com o diretor assistente da divisão antiterrorista do país, Ayob Khan Mydin Pitchay, as prisões foram realizadas durante uma operação especial, que começou no dia 10 de agosto, em Kuala Lumpur e outros cinco estados.

A polícia destacou que alguns dos suspeitos teriam criado uma célula do EI na Malásia, e estariam planejando atentados no país e na Indonésia, entre eles o assassinato de políticos mulçumanos.

Outros dos presos estariam fazendo propaganda do grupo jihadista pelas Redes Sociais, para captar novos membros para o grupo, bem como arrecadar doações para financiar atentados.

Mais de 300 suspeitos de relação com o Estado Islâmico foram presos na Malásia nos últimos anos. De acordo com as autoridades do país, calcula-se que cerca de 100 integraram grupos de combate da organização terrorista que combateram na Síria e no Iraque.

A Malásia tem uma população de quase 30 milhões de habitantes, dos quais 61% são muçulmanos. / EFE

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.