Suspeitos de terrorismo são absolvidos na Jordânia

Um tribunal militar absolveu 13 milicianos muçulmanos da acusação de conspirar para cometer ataques terroristas contra alvos americanos na Jordânia, mas condenou 11 deles a penas de seis a 15 anos de prisão, por posse de explosivos. Três dos 13 extremistas eram fugitivos sauditas. Dois dos acusados - os jordanianos Saud al-Jalayleh e Islam al-Barquai - foram absolvidos, por falta de evidências, das acusações de posse de explosivos e conspiração. Os promotores acusaram o grupo - que além dos três fugitivos sauditas incluía 10 jordanianos - de posse de explosivos, tentativa de usá-los e de conspirar para realizar ataques terroristas. Os 13 eram acusados de planejar ataques contra a embaixada dos Estados Unidos em Amã e bases militares jordanianas localizadas próximas da fronteira com o Iraque, onde os extremistas acreditavam haver soldados americanos. Nenhum dos alvos chegou a ser atacado. A polícia descobriu a conspiração em dezembro de 2002. Apenas um dos acusados, Zuhair Shdeifat, confessou ter conspirado para realizar ataques terroristas. Segundo disse ele aos juízes, o grupo pretendia "defender o território jordaniano expulsando os soldados americanos". Ele foi sentenciado a 7 anos e meio de prisão. Todas as sentenças ainda estão sujeitas a apelações.

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