Yuri Kochetkov/EFE
Yuri Kochetkov/EFE

Suspeitos presos na Arábia Saudita são tratados como qualquer outro cidadão, diz procurador

O xeque saudita al-Mojeb disse que a posição ou o status de um suspeito não influenciará na justa aplicação das leis

O Estado de S.Paulo

05 Novembro 2017 | 16h32

RIAD - O procurador-geral da Arábia Saudita disse que a varredura anticorrupção, que decretou a prisão de 11 príncipes, quatro ministros e vários ex-ministros, está tratando os suspeitos com "os mesmos direitos e o mesmo tratamento que qualquer outro cidadão saudita".

O xeque saudita al-Mojeb não reconheceu as prisões ou nomeou qualquer suspeito, mas a agência de notícias Associated Press noticiou que o bilionário príncipe saudita Alwaleed bin Talal e outros membros da realeza, além de militares, empresários e ex-ministros foram detidos e estão sendo mantidos em hotéis de cinco estrelas em Riad, capital da Arábia Saudita.

Al-Mojeb sublinhou que todos são considerados inocentes até que haja provas de culpa. Ele disse, porém, que a posição ou o status de um suspeito não influenciará na justa aplicação das leis.

O procurador-geral disse neste domingo, 5, que o recém-formado comitê anticorrupção liderado pelo príncipe herdeiro Mohammed bin Salman está conduzindo investigações para garantir transparência e boa governança. Não foi especificado quais crimes teriam sido cometidos. /AP

Mais conteúdo sobre:
Riad Arábia Saudita [Ásia]

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.