Tempestades seguem castigando Seul, 53 mortos ou desaparecidos

Governo pediu ajuda do Exército para remover lama e procurar por desaparecidos

Reuters

28 de julho de 2011 | 10h05

Soldados sul-coreanos fazem barreira para impedir que água entre em residências

 

 

SEUL - Ao menos 53 pessoas morreram ou estão desaparecidas depois que as chuvas mais fortes em um século castigaram a capital sul-coreana, Seul, e as áreas ao redor da cidade, disseram autoridades nesta quinta-feira. O prejuízo deve atingir centenas de milhões de dólares, segundo as fontes oficiais.

 

Mais chuvas atingiram a região montanhosa nesta quinta-feira, e autoridades convocaram as forças militares para ajudar nas operações de resgate e limpeza.

 

"Nós pedimos a ajuda do Ministério da Defesa e da polícia porque as chuvas torrenciais e as enchentes precisam ser controladas por meio de um sistema cooperativo nacional", disse um porta-voz dos serviços de emergência.

 

Mais de meio metro de chuva incidiu sobre a região de Seul desde a noite de terça-feira, segundo o departamento climático, no dilúvio mais intenso para o mês de julho desde 1907.

 

Deslizamentos de terra foram registrados em regiões da capital e riachos se transformaram em violentos torrenciais, inundando áreas mais baixas e deixando milhares de carros submersos.

 

Segundo a agência de notícias Yonhap, uma operação de resgate estava em andamento em um monastério budista, onde quatro pessoas ficaram soterradas após um deslizamento de terra.

 

Algumas pontes que passam sobre o principal rio Han, que atravessa o centro da cidade, foram fechadas. Serviços ferroviários também foram interrompidos.

 

Autoridades disseram nesta quinta-feira que mais de 4.500 pessoas tiveram de deixar suas casas e muitas residências estavam sem energia.

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