Terremoto expõe rede de espionagem israelense

O mortífero terremoto ocorrido em fevereiro em Christchurch expôs o que seria uma rede de espionagem israelense operando na Nova Zelândia, informa a edição de amanhã do jornal The Fairfax. Dos 181 mortos no devastador tremor de terra, três eram israelenses. Havia na ocasião outros cidadãos israelenses na cidade e que conseguiram escapar da tragédia.

AE, Agência Estado

19 de julho de 2011 | 20h53

De acordo com o periódico neozelandês, um dos israelenses mortos carregava consigo cinco passaportes. O Fairfax não revelou, entretanto, como obteve acesso à informação. O jornal informa ainda que, logo depois do terremoto, o primeiro-ministro da Nova Zelândia, John Key, recebeu pelo menos quatro telefonemas de seu homólogo israelense, Benjamin Netanyahu.

No rescaldo do terremoto, prossegue o Fairfax, uma equipe de resgate e buscas de Israel chegou a isolar uma área de Christchurch sem autorização e foi contida pelas autoridades locais. Questionado sobre o tema, Key, que atualmente encontra-se em visita aos Estados Unidos, declarou que não é do interesse nacional neozelandês comentar o assunto. As informações são da Associated Press.

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