Michael Nelson/Efe
Michael Nelson/Efe

Tiroteio causa pânico e paralisa aeroporto internacional de Los Angeles

Uma pessoa morreu e sete ficaram feridas; polícia investiga motivações de atirador, que foi preso

O Estado de S. Paulo,

01 de novembro de 2013 | 15h00

(Atualizada às 19h40) LOS ANGELES - O aeroporto internacional de Los Angeles (LAX) foi esvaziado nesta sexta-feira, 1, após relatos de disparos de arma de fogo. A polícia disse que diversas pessoas ficaram feridas no tiroteio, que teria ocorrido no terminal 3 do aeroporto por volta das 9h30 (14h30 no horário de Brasília).

A Agência de Segurança dos Transportes (TSA, na sigla em inglês) confirmou que alguns de seus agentes foram feridos e confirmou que um morreu. "Um agente da TSA foi baleado e morreu. Outros três ou quatro funcionários da TSA ficaram feridos", disse uma fonte ao jornal Los Angeles Times.

O prefeito de Los Angeles, Eric Garcetti, em entrevista coletiva, afirmou que o FBI está investigando o caso com o auxílio da polícia local. O pouso e decolagem de aviões chegaram a ser interrompidos. 

Segundo o chefe da polícia do aeroporto, Patrick Gannon, um homem armado com um fuzil entrou sozinho no aeroporto e ao chegar na área de segurança começou a atirar. "Ele continuou andando e atirando, a polícia (do aeroporto) respondeu imediatamente às ligações e um tiroteio ocorreu no terminal 3", afirmou Gannon.

Autoridades federais identificaram o suspeito - que está preso - como Paul Ciancia, de 23 anos, e disseram que ele agiu sozinho. Ciancia tirou de uma sacola o fuzil e efetuou disparos em diferentes pontos do local. Não estão claras as motivações do atirador.

Brian Keech, que estava no aeroporto, contou ter escutado "aproximadamente dez disparos" vindos de dentro da área de segurança. O passageiro Robert Perez contou à rede CBS que policiais entraram no terminal gritando que havia um homem armado. "Eu ouvi disparos e todos se jogaram no chão".

O chefe dos bombeiros, James Featherstone, afirmou que sete pessoas foram atendidas após o tiroteio, seis delas foram levadas para hospitais da região./ EFE, AP e REUTERS

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