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REUTERS/Mike Stone
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Tiroteio no Texas mata 2 suspeitos perto de mostra sobre Maomé

Dois homens chegaram de carro atirando e feriram um segurança; policiais reagiram e mataram os suspeitos em Garland

O Estado de S.Paulo

04 de maio de 2015 | 02h01

(ATUALIZADA ÀS 8h30) DALLAS, TEXAS - Dois homens morreram na noite de domingo, 3, depois de trocar tiros com a polícia em frente ao Centro Curtis Culwell, em Garland, no Texas (EUA), onde era realizado um concurso de caricaturas de Maomé. Segundo a polícia, os dois suspeitos, que até o momento ainda não foram identificados, se aproximaram do local em um carro e atiraram contra um segurança particular, que foi ferido e levado a um hospital da região, mas não corre risco de morte.

De acordo com um comunicado da prefeitura, os agressores foram mortos a tiros e o veículo que eles usavam poderia conter explosivos. Porém, o texto não mencionava se o tiroteio estava relacionado à exposição no Curtis Culwell.

Uma equipe antibombas foi enviada ao local e pelo menos três helicópteros sobrevoaram a área em meio a uma grande operação policial. Cerca de 75 participantes do concurso de caricaturas foram retirados do local em um ônibus escolar escoltado. Além do espaço onde ocorria o evento, outros prédios e lojas próximos foram esvaziados como medida de segurança.

O concurso promovido pela American Freedom Defense Initiative recebeu 350 caricaturas e o vencedor levaria US$ 10 mil. Pamela Geller, organizadora do evento, disse que planejou a exposição de ontem para apoiar a liberdade de expressão em resposta à violência e intimidação de grupos muçulmanos.

Tais caricaturas, porém, são consideradas um insulto por seguidores do islamismo, o que tem gerado violência em várias partes do mundo. Em janeiro, 12 pessoas foram assassinadas por homens armados em um ataque contra o jornal satírico Charlie Hebdo, em Paris.

O grupo de Pamela Geller é conhecido por fazer campanha contra a construção de um centro islâmico a algumas quadras do local onde ficava o World Trade Center, em Nova York, e por comprar espaço publicitário em cidades americanas criticando o Islã./ AP e REUTERS

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