Themba Hadebe/AP
Themba Hadebe/AP

Trabalhadores voltam à mina na África do Sul após 44 mortes

Mineradora Lonmin PLC disse que 27% dos empregados compareceram ao trabalho hoje

AE, Agência Estado

20 de agosto de 2012 | 09h18

JOHANESBURGO - A mineradora Lonmin PLC disse que 27% de seus empregados compareceram ao turno da manhã desta segunda-feira, 20, na mina de Marikana, África do Sul, em meio à greve sangrenta que deixou 44 mortos. O número, no entanto, não é suficiente para o reinício da produção, afirmou Barnard Mokwena, vice-presidente de capital humano e relações estrangeiras.

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A empresa, a terceira maior produtora de platina do mundo, tem a opção de demitir os funcionários que faltarem, mas disse que terá uma abordagem flexível dada as intimidações que sofrem os trabalhadores que não aderiram à greve.

No dia 10 de agosto, os 3 mil mineiros iniciaram cruzaram os braços exigindo melhores salários. O movimento logo tornou-me violento, com brigas entre trabalhadores que resultarem em 10 mortes, incluindo dois policiais. Na quinta-feira, um confronto entre a polícia e manifestantes deixou 34 mortos, todos mineiros.

As informações são da Dow Jones.

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