EFE
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Traficante mexicano tentou registrar o seu nome como marca, diz imprensa

Enquanto preso, 'El Chapo' Guzmán orientou seus advogados a registrar seus nomes e apelido, mas o instituto responsável rejeitou o pedido

O Estado de S. Paulo

13 Janeiro 2016 | 07h00

CIDADE DO MÉXICO - Antes da ousada fuga da prisão no ano passado, o notório traficante de drogas Joaquín “Chapo” Guzmán orientou os seus advogados a registrar o seu nome como marca, dando a autoridades mexicanas a primeira pista de que ele queria fazer um filme sobre a sua vida, disse a imprensa mexicana nesta terça-feira.

O mais procurado traficante do mundo, Guzmán foi recapturado na semana passada no noroeste do México e está agora de volta à mesma prisão de segurança máxima da qual ele escapou em julho através de um túnel na sua cela.

Durante o seu período prévio de 17 meses atrás das grades, Guzmán pediu aos seus advogados para começar o processo de registrar a marca do seu nome no Instituto Mexicano de Propriedade Industrial (IMPI), afirmou o jornalista mexicano Carlos Loret de Mola. No entanto, o IMPI negou o pedido dele.

Não foi possível contatar imediatamente o instituto para ter algum comentário.

De acordo com documentos vistos pela Reuters, o IMPI rejeitou dois pedidos para o registro dos nomes "Joaquín El Chapo Guzmán" e "El Chapo Guzmán" em 2011, feitos por Alejandrina Gisselle Guzmán, que se acredita ser sua filha.

Os pedidos – para vestuário, e não filmes– foram negados com base no fato de que Guzmán era um homem procurado.

Uma busca no site do IMPI mostra uma marca com o nome “El Chapo” registrada em 2006. / REUTERS

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