Tratamento de Cristina Kirchner muda com novo diagnóstico

Com a divulgação hoje do boletim médico que deu alta hospitalar à presidente da Argentina, Cristina Kirchner, e mudou o diagnóstico inicial de câncer na tireoide, foi anunciado também que não há mais necessidade do tratamento com iodo radioativo que estava previsto.

MARINA GUIMARÃES, CORRESPONDENTE, Agência Estado

07 de janeiro de 2012 | 13h45

"O exame histopatológico definitivo constatou a presença de nódulos em ambos os lóbulos da glândula tireoide da presidenta da Nação, doutora Cristina Fernández de Kirchner, mas descartou a presença de células cancerígenas", leu o porta-voz, Alfredo Scoccimaro. "Modificando o diagnóstico inicial da punção, a histologia definitiva foi informada como adenomas foliculares", disse o porta-voz, destacando que desta maneira a presidente não terá de submeter-se ao tratamento com iodo radioativo, como estava previsto inicialmente.

A presidente deixou o hospital em helicóptero e já se encontra descansando na residência oficial Quinta de Olivos. Cristina ficará de licença médica até o dia 24 de janeiro. Neste período, a presidência do país estará sendo exercida pelo vice-presidente, Amado Boudou.

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