Spencer Platt/Getty Images/AFP
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Três regiões do Estado de Nova York vão reabrir gradualmente a partir de sexta-feira

Governador Andrew Cuomo anunciou retorno parcial dos setores de construção, indústria e comércio varejista

Redação, O Estado de S.Paulo

11 de maio de 2020 | 18h18

Três regiões do estado de Nova York, epicentro da pandemia do novo coronavírus nos Estados Unidos, com mais de 26,6 mil mortos, poderão reabrir gradualmente, como previsto, no próximo dia 15, mas não Manhattan, informaram autoridades nesta segunda-feira, 11.

"Começamos um novo capítulo hoje de várias formas", disse o governador Andrew Cuomo em entrevista coletiva, ao anunciar a reabertura parcial dos setores de construção, indústria e comércio varejista em três das 10 regiões do estado, de 19 milhões de habitantes.

Na cidade de Nova York, maior foco da doença, a maioria do comércio não-essencial não poderá abrir pelo menos até junho, advertiu o prefeito Bill de Blasio, em entrevista coletiva. "Ao nos aproximarmos do começo de junho, poderemos dizer se as coisa realmente se encaminham para tal, e quais serão as áreas em que poderemos começar a ter alguma flexibilidade", explicou.

O número de mortos pelo novo coronavírus no estado nas últimas 24 horas é o mais baixo desde 27 de março, 161, assinalou Andrew Cuomo. Os novos casos em 24 horas caíram para menos de 500. Mas autoridades temem que as cifras voltem a subir com a reabertura da atividade econômica e o fim do confinamento.

No momento, as três regiões que cumprem os sete critérios do plano de Cuomo para reabrir suas economias são Finger Lakes, Southern Tier e Vale de Mohawk. /AFP

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