Tribunal egípcio condena líder da Irmandade Muçulmana por insultar o Judiciário

Um tribunal egípcio condenou o integrante da cúpula da Irmandade Muçulmana Mohamed El-Beltagy a um ano de prisão no sábado por insultar o Judiciário, a primeira condenação a um líder da organização após ela ser proibida no ano passado, disseram fontes de segurança e judiciais.

Reuters

19 de abril de 2014 | 14h38

Beltagy está sendo julgado juntamente com o ex-presidente Mohamed Mursi e 13 outros líderes da Irmandade Muçulmana sob a acusação de incitar o assassinato de manifestantes do lado de fora do palácio presidencial durante agitação no final de 2012.

A sentença de sábado, no entanto, foi por uma acusação separada por insulto ao Judiciário durante uma audiência. Beltagy afirmou que os promotores de acusação conspiram contra os líderes da Irmandade Muçulmana.

"O tribunal decidiu prender o acusado, Mohamed El-Beltagy, por um ano, sob a acusação de insultar o Judiciário", disse um oficial de justiça sênior.

(Por Asma Alsharif)

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