Tribunal sueco mantém ordem de prisão contra fundador do WikiLeaks

Com a rejeição do recurso movido pela sua defesa, Julian Assange deve continuar refugiado na Embaixada do Equador em Londres

O Estado de S. Paulo

16 de julho de 2014 | 13h20

ESTOCOLMO - Um tribunal sueco manteve nesta quarta-feira, 16, um pedido de prisão preventiva contra o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, acusado de crimes sexuais no país. 

Com a rejeição do recurso movido pela sua defesa, o australiano deve continuar refugiado na Embaixada do Equador em Londres, onde vive há dois anos para evitar sua prisão e extradição. Assange diz que o processo é um artifício para levá-lo para os EUA, principal alvo das revelações feitas pelo WikiLeaks. / AP

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