Doug Mills/ The New York Times
Doug Mills/ The New York Times

Trump convida Boris Johnson para comemorar ano-novo na Casa Branca, diz jornal britânico

Primeiro-ministro da Grâ-Bretanha teria recebido ligação logo após a confirmação de sua vitória; novo acordo com os Estados Unidos também está na mira

Redação, O Estado de S. Paulo

22 de dezembro de 2019 | 02h13

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump convidou o primeiro-ministro da Grã-Bretanha Boris Johnson, para visitá-lo na Casa Branca no ano-novo, segundo informações do jornal britânico Sunday Times. O convite foi feito logo após a recente vitória eleitoral de Johnson.

Ainda não foram realizadas discussões formais sobre o momento exato da visita do primeiro-ministro, informou o jornal citando fontes da Downing Street, escritório e residência oficial de Johnson.

"Algumas datas em potencial estão em meados de janeiro, no entanto, nada foi formalmente acordado. Mas é claro que ambas as partes querem que isso aconteça em algum momento no início de 2020", teria dito uma fonte próxima à Casa Branca.

A possibilidade do encontro ocorre justamente após Johnson ter conseguido a aprovação do seu acordo do Brexit no parlamento britânico, na última sexta-feira, 20. A vitória representa o primeiro passo para que o primeiro-ministro consiga cumprir sua promessa eleitoral de libertar a Grã-Bretanha da União Europeia, em 31 de janeiro. A aprovação parlamentar seguiu a eleição esmagadora de Johnson no início deste mês.

E enquanto a Grã-Bretanha se prepara para deixar o bloco, Johnson e Trump já teriam concordado, durante um telefonema na segunda-feira, 16, em buscar uma 'ambiciosa' parceria entre Reino Unido e Estados Unidos.

Fontes dizem de que após a vitória nas eleições, o presidente norte-americano teria dito que ambos os países estarão livres para fazer um novo acordo comercial 'massivo', logo após o Brexit.

"Este acordo tem o potencial de ser muito maior e mais lucrativo do que qualquer acordo que possa ser feito com a União Europeia", Trump chegou a dizer em um tweet logo no início deste mês.

Até o momento, a Casa Branca não se manifestou sobre o possível convite./ REUTERS

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