Washington Post photo by Jabin Botsford.
Washington Post photo by Jabin Botsford.

Trump condena imigração ilegal e anuncia encontro com Kim Jong-un em discurso

“Temos a obrigação moral de criar um sistema de imigração que proteja as vidas e os empregos de nossos cidadãos”, diz presidente

Redação, O Estado de S.Paulo

06 de fevereiro de 2019 | 00h25
Atualizado 06 de fevereiro de 2019 | 01h48

O presidente americano, Donald Trump,  destinou nesta terça-feira parte de seu discurso sobre o Estado da União à política externa para falar de imigração ilegal, da crise na Venezuela e da Coreia do Norte. 

O presidente disse que a paz na Península Coreana é possível. "Os reféns voltaram para casa e os testes nucleares pararam", disse. "Ainda há muito a ser feito, mas minha relação com Kim Jong-un é muito boa", afirmou o presidente. "Kim Jong-un e eu nos encontraremos nos dias 27 e 28 deste mês no Vietnã."

O presidente pressiona o Congresso para financiar um muro na fronteira com o México no valor de US$ 5,6 bilhões. A realização do próprio discurso sobre o Estado da União chegou a estar ameaçado pela discordância entre republicanos sobre um orçamento que inclua essa obra. 

“Nenhuma questão ilustra melhor a divisão entre a classe trabalhadora e a classe política que a imigração ilegal”, disse Trump. “Políticos ricos e doadores pressionam por fronteiras abertas enquanto vivem atrás de muros protegidos por grades e guardas.”

O presidente também declarou que “está ao lado da nobre busca do povo venezuelano por liberdade". "Reconhecemos o presidente (Juan) Guaidó e condenamos as práticas socialistas do governo (Nicolás) Maduro", disse Trump.   / AFP

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.