Stephen Crowley/The New York Times
Stephen Crowley/The New York Times

Trump pedirá união na luta contra extremismo islâmico

O texto também destaca que 'as nações do Oriente Médio não podem esperar que o poder americano achate o inimigo por eles'

O Estado de S.Paulo

21 Maio 2017 | 11h46

RIAD - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que faz visita oficial à Arábia Saudita, pedirá união em um discurso que fará sobre o islã para líderes muçulmanos, aos quais pedirá luta contra o extremismo.

"Esta não é uma batalha entre diferentes credos, diferentes seitas ou diferentes civilizações (...). Esta é uma batalha entre o bem e o mal", diz o texto do discurso, divulgado pela Casa Branca a poucas horas de sua declamação.

No pronunciamento durante a cúpula que reúne cerca de 50 governantes de países de maioria muçulmana, Trump dirá que o "objetivo é uma coalizão de nações que compartilhem a mesma meta de erradicar o extremismo e de proporcionar às nossas crianças um futuro esperançoso".

"A cada vez que um terrorista assassina uma pessoa inocente e invoca equivocadamente o nome de Deus, deveria ser um insulto para cada pessoa crente", afirmará Trump.

Além disso, o presidente americano justifica sua primeira visita ao reino ultraconservador, dentro de sua primeira excursão internacional desde que tomou posse, alegando que "o terrorismo tem se expandido por todo o mundo, mas o caminho para alcançar a paz começa aqui, neste solo histórico, nesta terra sagrada".

O texto também destaca que "as nações do Oriente Médio não podem esperar que o poder americano achate o inimigo por eles. As nações do Oriente Médio terão que decidir que tipo de futuro querem para eles mesmos, para os seus países e para as suas crianças". / EFE

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