Shealah Craighead/White House via AP
Shealah Craighead/White House via AP

Trump posta foto de cachorro ferido em caçada ao líder do EI

Animal perseguiu terrorista, que se suicidou com colete de explosivos; nome do cachorro é mantido em sigilo

Redação, O Estado de S.Paulo

28 de outubro de 2019 | 19h45

WASHINGTON - Uma das únicas vítimas entre as forças especiais americanas durante a operação a um imóvel na Síria que acabou na morte do líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, foi um cachorro. Os militares americanos mantêm o nome do 'herói de guerra' sob sigilo, mas a imagem dele já é conhecida.

O cachorro foi levemente ferido ao entrar em ação no domingo, 27. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou o cão durante o discurso em que contou sobre a operação que levou à morte do líder terrorista. Nesta segunda-feira, ele publicou uma foto do animal em seu Twitter. 

Segundo Trump, o cachorro perseguiu Al-Baghdadi para dentro do túnel onde o terrorista se suicidou com um colete de explosivos. “Nosso canino, como eles o chamam - eu o chamo de cachorro, um lindo cachorro, um talentoso cachorro - foi ferido e trazido de volta."

Trump publicou a foto do animal sem revelar seu nome. “Nós tiramos o sigilo de uma foto do maravilhoso cachorro (nome ainda sigiloso) que fez um EXCELENTE TRABALHO ao capturar e matar o líder do EI, Abu Bakr al-Baghdadi”, escreveu.

Quando questionado sobre a identidade do cachorro em entrevista coletiva no Pentágono nesta segunda, o general do Exército e chefe do Estado-Maior Conjunto, Mark Milley, evitou fornecer qualquer informação. “Nós não vamos divulgar o nome do cachorro agora. O animal ainda está em missão”, afirmou. “O cachorro, o canino, o cachorro militar, realizou um tremendo serviço, como todos fazem, em diversas situações."

Milley se mostrou confiante de que o animal se recuperará dos ferimentos. “Foi levemente ferido e está se recuperando - mas o cachorro ainda está em missão, voltou ao serviço, com seu treinador."

Ele também explicou que o cão ainda precisa de um certo grau de anonimato, uma vez que continua atuando em missões secretas. “É uma unidade sigilosa e estamos protegendo a identidade do cachorro”, disse. / REUTERS

 

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