AFP PHOTO / Michele Eve Sandberg
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Trump promete visitar vítimas de Parkland e pede 'mudança de cultura' nos EUA

Presidente volta a vincular massacre a questão de saúde mental e não menciona controle de armas de fogo nos Estados Unidos, ao qual se opõe

O Estado de S.Paulo

15 Fevereiro 2018 | 14h38
Atualizado 15 Fevereiro 2018 | 15h31

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a vincular ataque a tiros, como o da Flórida, que deixou ao menos 17 mortos, a uma questão de saúde mental e fez um apelo nesta por um apelo à “cultura pela vida”.  

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O presidente prometeu visitar as vítimas do massacre de Parkland e mandou um recado a crianças que se sentem solitárias e com problemas psicológicos: “Vocês não estão sozinhos”, disse. "Faremos de tudo para protegê-los."

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Trump não fez nenhuma menção no discurso ao controle de armas de fogo nos Estados Unidos, ao qual se opõe.

Mais cedo, ele determinou que as bandeiras fossem colocadas a meio mastro em respeito às 17 vítimas da violência.

"Nossa nação está de luto por aqueles que perderam seus entes queridos no tiroteio na escola secundária Marjory Stoneman Douglas", afirmou o presidente.

Anteriormente, Trump atribuiu o tiroteio na escola da Flórida a uma perturbação mental e à falta de vigilância.

"Tantos sinais de que o atirador da Flórida era um perturbado mental, expulso, inclusive, da escola por sua conduta má e errática. Os vizinhos e os colegas de turma sabiam que era um grande problema. É preciso informar esses casos às autoridades sempre, de novo e de novo!", tuitou o presidente americano nesta quinta-feira.

Trump não mencionou em momento algum o problema das armas de fogo, apesar de o autor do tiroteio, Nikolas Cruz, de 19 anos, estar armado com uma AR-15 e vários carregadores quando invadiu a escola secundária no final das aulas de quarta. / REUTERS e AFP

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