REUTERS/Jim Young; REUTERS/Chris Keane; David Calvert/Getty Images/AFP
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Trump vence caucus republicano em Nevada

O polêmico magnata ficou com 42% dos votos, seguido pelos pré-candidatos Marco Rubio (25%) e Ted Cruz (21%)

O Estado de S. Paulo

24 de fevereiro de 2016 | 09h32

WASHINGTON - O pré-candidato republicano Donald Trump venceu o caucus em Nevada na terça-feira 23, acumulando sua terceira vitória seguida nas prévias do partido - noticiou a imprensa americana. O empresário teria obtido 42% dos votos, contra 25% do senador Marco Rubio e 21% do também senador Ted Cruz.

O cirurgião aposentado Ben Carson conseguiu 8% dos votos, e o governador de Ohio, John Kasich, 4%. O processo começou às 17h locais (22h em Brasília) e terminou às 21h (2h em Brasília).

A vitória decisiva de Trump deve frustrar ainda mais algumas figuras do establishment republicano que, menos de um mês atrás, esperavam que a candidatura do bilionário ficasse travada depois da derrota para Cruz na primeira disputa pela nomeação do partido, em Iowa. Mas, desde então, Trump conseguiu vitórias em New Hampshire, Carolina do Sul e agora Nevada, com um conjunto de Estados do Sul pela frente em 1º de março, na chamada super-terça.

Os caucuses são realizados em escolas e centros comunitários e funcionam com a participação aberta dos eleitores, que manifestam seu apoio aos candidatos levantando a mão. Este é o primeiro capítulo da disputa interna dos republicanos no oeste dos EUA, um Estado onde quase 28% da população de três milhões de pessoas é de origem hispânica.

Ao mesmo tempo, Nevada é um Estado particular, com um governo local dominado por republicanos, mas com mais eleitores registrados pelo Partido Democrata. 

A disputa de terça permitirá saber quem herdou os eleitores que apoiavam o ex-governador da Flórida Jeb Bush. Sem conseguir decolar, ele desistiu da candidatura na Carolina do Sul. 

Trump não tem dúvidas de que será o grande beneficiado. "@FoxNews acaba de informar que muita gente que apoiava @JebBush agora me apoia. Sabia que isso ia acontecer, mas os analistas não", brincou o magnata em sua conta no Twitter. /AFP e REUTERS

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