Tunisianas abrem processo contra abuso durante levante

Um grupo de mulheres tunisianas acusa as forças de segurança do país de terem estuprado, torturado e matado manifestantes durante o levante que derrubou o presidente Zine al-Abidine Ben Ali em 14 de janeiro. Integrantes da Associação de Mulheres Democráticas Tunisianas abriram um processo durante os últimos dias dos protestos.

AE, Agência Estado

16 de fevereiro de 2011 | 16h16

O grupo, integrado do médicas, advogadas e defensoras dos direitos humanos, viajou para quatro cidades do interior onde ocorreram violentos confrontos e conversaram com as vítimas e suas famílias. Segundo uma missão da Organização das Nações Unidas (ONU), pelo menos 219 pessoas morreram durante o levante.

As mães de quatro adolescentes mortos durante as manifestações compareceram a uma conferência realizada em Túnis hoje, na qual as integrantes da associação apresentaram suas conclusões. As informações são da Associated Press.

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