Turquia denuncia tentativa de genocídio na Síria

O primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, classificou o massacre na Síria como uma tentativa de genocídio e disse que o regime está condenado à ruína. "Não há mais nada a ser dito sobre a Síria", afirmou, sobre o massacre em Tremseh.

AE, Agência Estado

14 de julho de 2012 | 14h17

Segundo um porta-voz da ONU, mais de 150 morreram. Se confirmado, o número superaria ataques anteriores em 25 de maio, quando forças do governo e milícias foram acusadas de matar pelo menos 108 pessoas.

"Este massacre desumano, esta tentativa de genocídio, são apenas sinais apontando a derrocada do regime", disse Erdogan, em um encontro de seu partido Justiça e Desenvolvimento.

O ministro disse que há mais 40 mil sírios refugiados na Turquia. "Todos os ditadores são covardes. Cedo ou tarde, estes déspotas cruéis cairão e o povo vai querer acerto de contas", acrescentou, em comentários transmitidos pela televisão.

Anteriormente, Erdogan chamou Bashar al Assad de "ditador sanguinário" e disse para que renunciasse. As informações são da Dow Jones.

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