Ucrânia acusa rebeldes pró-Rússia de derrubar avião malaio com míssil

Segundo assessor do ministério do Interior, milícia usou sistema antimísseis Buk para disparar míssil que teria atingido o boeing 777 

O Estado de S. Paulo

17 de julho de 2014 | 12h53

O assessor do Ministério do Interior da Ucrânia Anton Gera, responsabilizou milícias pró-Rússia que combatem o governo de Kiev no leste do país pelo acidente. Segundo o conselheiro, um sistema antimísseis Buk disparou um míssil que atingiu o boeing 777 que caiu nos arredores de Donetsk, com 295 pessoas a bordo. 

O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko disse "não descartar" a possibilidade de que o avião da Malaysia Airlines tenha sido derrubado. "Ressaltamos que nossas forças armadas não realizaram disparos contra alvos aéreos", disse o presidente, que ofereceu condolência às famílias das vítimas.

Os rebeldes ucranianos negam a acusação e dizem não ter o equipamento necessário para derrubar um jato civil. Nos últimos dias, no entanto, as milícias afirmaram ter derrubado dois caças ucranianos. 

O voo MH17, da Malaysia Airlines, viajava de Amsterdã, na Holanda, para Kuala Lampur, na Malásia, quando caiu em território ucraniano nesta quarta-feira, 17.  / REUTERS

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