Ucrânia: 'campanha antiterrorista' foi única opção

O embaixador da Ucrânia na Organização das Nações Unidas (ONU) disse nesta terça-feira que seu governo não teve outra escolha além de iniciar uma "campanha antiterrorista" contra os separatistas pró-Rússia atuantes nas regiões leste e sul do país.

AE, Agência Estado

15 de abril de 2014 | 11h14

"Apesar do isolamento internacional cada vez maior, a Federação Russa continua aumentando a sua presença militar" nas regiões leste e sul da Ucrânia, salientou Yurii Klymenko, acrescentando que o país vizinho "está incitando sentimento separatista". Isso deixou a Ucrânia sem alternativa a não ser lançar uma "campanha antiterrorista", disse Klymenko em uma entrevista coletiva em Genebra. "Se a Rússia continuar com sua agressão, a Ucrânia está pronta para usar todos os meios de autodefesa."

Os comentários de Klymenko ocorreram em meio à uma escalada das tensões no leste da Ucrânia. O presidente da Ucrânia, Oleksandr Turchynov, confirmou mais cedo o início das operações militares para disputar o controle de cidades onde militantes pró-Rússia invadiram prédios. Fonte: Associated Press.

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