Lynsey Addario/The New York Times
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Ucrânia pede aos EUA aumento de sanções contra a Rússia

O presidente russo Putin respondeu que as sanções ocidentais contra a Rússia são semelhantes a uma declaração de guerra e alertou que qualquer tentativa de impor uma zona de exclusão aérea na Ucrânia equivaleria a entrar no conflito

Redação, O Estado de S.Paulo

06 de março de 2022 | 04h46

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, pediu neste sábado, 5, que os Estados Unidos ampliem as sanções contra a Rússia. Entre outras coisas, ele solicitou que o governo dos EUA pare de importar petróleo da Rússia.

O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, também cobrou mais ajuda dos EUA. Kuleba pediu ao secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, o envio de aviões e sistemas de defesa antiaérea ao seu país.

O presidente russo Putin respondeu que as sanções ocidentais contra a Rússia são semelhantes a uma declaração de guerra e alertou que qualquer tentativa de impor uma zona de exclusão aérea na Ucrânia equivaleria a entrar no conflito.

Premiê da Moldávia

Anthony Blinken, secretário de Estado dos EUA, iniciou neste domingo, 6, uma reunião com a premiê moldava, Natalia Gavrilita, a fim de oferecer apoio e pedir ajuda para esforços humanitários.

A Moldávia é uma das rotas de fuga de ucranianos, mas parte do território, a Transnístria, virou um enclave pró-Putin e pode ter servido de base para a invasão por terra pelo oeste.

Venezuela 

Autoridades americanas de alto escalão dos EUA viajaram para a Venezuela para se reunir com o governo do presidente Nicolás Maduro.

Segundo a Reuters, o encontro teve como objetivo determinar se Caracas está preparada para se afastar de seus laços estreitos com a Rússia em meio à invasão da Ucrânia

A viagem é a visita de mais alto nível dos EUA à Venezuela em anos. Os dois países romperam relações diplomáticas em meio a uma campanha de sanções dos EUA e pressão diplomática destinada a derrubar o governo Maduro, um aliado de longa data do presidente russo Vladimir Putin. / Com informações da Reuters

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