UE decide enviar embaixadores de volta a Honduras

A União Europeia decidiu enviar seus embaixadores de volta a Honduras para ajudar a encontrar uma saída para a crise, porém isso não significa um reconhecimento do governo interino. "A volta dos embaixadores da UE à Tegucigalpa é uma decisão importante para ajudar a restabelecer a ordem constitucional e o processo democrático em Honduras, porém isso não significa um reconhecimento do governo atual", advertiu a presidência da UE em um comunicado à imprensa.

AE, Agencia Estado

26 de setembro de 2009 | 16h03

Os países da União Europeia com representação em Tegucigalpa, França, Espanha, Itália e Alemanha, decidiram chamar de volta seu representantes diplomáticos no começo de julho em protesto pela destituição do então presidente Manuel Zelaya.

Esta semana, a UE e a Organização dos Estados Americanos (OEA) fecharam um acordo em reunião em Nova York pela volta de seus embaixadores à capital hondurenha.

A medida aconteceu em resposta a um pedido do Governo constitucional hondurenho que, após a entrada de Zelaya no país, apelou ao apoio dos diplomatas internacionais para fazer avançar o diálogo no terreno. Com informações do Jornal La Prensa, de Honduras.

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