UE estuda ampliar sanções contra a Rússia

Os líderes europeus devem aprovar sanções mais amplas contra a Rússia, diante do entendimento de que Moscou não atendeu às exigências estabelecidas há duas semanas para dissipar os conflitos que tomaram conta do leste da Ucrânia.

AE, Agência Estado

15 de julho de 2014 | 16h57

O aumento das sanções será modesto, de acordo com autoridades europeias, mas permitirá à União Europeia atingir pela primeira vez as empresas que estão se beneficiando ou sendo usadas para apoiar os conflitos no leste da Ucrânia e a anexação da Crimeia pela Rússia, ocorrida no fim de fevereiro. Não está claro, entretanto, quantas e quais seriam as empresas impactadas.

Até o momento, as sanções da União Europeia atingiram principalmente indivíduos e, em alguns casos, as companhias controladas diretamente por eles. Não há a expectativa de que sejam adotadas medidas que atinjam amplamente a economia russa, segundo as autoridades.

Os Estados Unidos já contam com uma série de entidades em sua própria lista de sanções, incluindo a empresa de ferrovias Transoil, a construtora de gasodutos Stroygazmontazh e a fabricante de bebidas Aquanika - companhias controladas por pessoas próximas ao presidente da Rússia, Vladimir Putin.

A decisão de avançar com as sanções deriva da avaliação de que Putin não atendeu às diversas condições impostas pelos líderes europeus no fim de junho, incluindo o retorno de três postos de fronteira às autoridades ucranianas, a liberação de reféns pelos militantes pró-Rússia e o início das discussões sobre um plano de paz proposto pelo presidente ucraniano Petro Poroshenko. Fonte: Dow Jones Newswires.

Tudo o que sabemos sobre:
UERússiasançõesempresasUcrânia

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.