Um ano depois, 15 dos operários estão desempregados

Um ano após a tragédia na mina San José, a maioria dos 33 de Atacama ainda tenta acordar de um pesadelo que lhes rendeu muita fama, mas pouco dinheiro, enquanto esperam arrecadar os lucros de livros e filmes inspirados no acidente. Após o episódio que foi manchete em jornais do mundo todo, pouco mudou a rotina da maioria dos mineiros, 15 dos quais continuam sem trabalho fixo. Sete estão em licença médica.

Efe, O Estado de S.Paulo

06 de agosto de 2011 | 00h00

"Atualmente há sete mineiros em licença. A maioria sofre de transtorno do sono", diz o diretor da Associação Chilena de Segurança (Achs), Alejandro Pino.

Jean Romagnoli, que teve um destacado papel durante os trabalhos de resgate, discorda. "Eu acho que tem a ver mais com o fato deles não terem tido uma oportunidade de trabalho", afirma. "Tem a ver com promessas não cumpridas. Prometeram trabalho a eles na Codelco (produtora de cobre estatal chilena) e isso deu em nada."

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