Ivan Fraga Martin/Unasul
Ivan Fraga Martin/Unasul

Unasul condena morte de opositor venezuelano em ato de campanha

Missão de observação do organismo instalado no país para acompanhar as eleições de 6 de dezembro expressou sua 'condenação a todo tipo de violência que possa afetar o desenvolvimento normal do processo eleitoral'

O Estado de S. Paulo

26 de novembro de 2015 | 11h35

CARACAS - A União de Nações Sul-americanas (Unasul), que mantém uma missão de observação na Venezuela, condenou de forma "enérgica" a morte do político opositor Luis Manuel Díaz, secretário-geral do partido Acción Democrática(AD) em Altagracia de Orituco, que foi atingido por um tiro durante um comício no centro do país na noite de quarta-feira.

A Missão eleitoral da Unasul, instalada na Venezuela para as eleições de 6 de dezembro, "ao tomar conhecimento da lamentável morte de Luis Manuel Díaz, expressa sua mais enérgica condenação a todo tipo de violência que possa afetar o desenvolvimento normal do processo eleitoral", diz um comunicado da organização publicado no Twitter.

A Unasul também pediu que as autoridades venezuelanas façam "uma investigação exaustiva" deste incidente, "com a finalidade de evitar a impunidade".

O bloco sul-americano pediu "veementemente" a "todos os setores políticos que contribuam para a manutenção de um clima de paz e harmonia na campanha eleitoral".

Díaz morreu ao ser atingido por um disparo durante um comício que também contava com a participação de Lilian Tintori, mulher do político opositor Leopoldo López, condenado a quase 14 anos de prisão. / EFE

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