União Africana pede transição liderada por civis em Burkina Fasso

Conselho de Segurança e Paz do bloco, que impõe sanções por violações do processo democrático, discutirá a situação do país na segunda-feira

O Estado de S. Paulo

01 de novembro de 2014 | 14h29

DACAR - A União Africana (UA) pediu neste sábado, 1º, uma transição liderada por civis em Burkina Fasso após a renúncia do presidente Blaise Compaore e disse que o Exército deveria se submeter à vontade das autoridades civis.

O alto escalão militar de Burkina Fasso apoiou neste sábado um oficial da guarda presidencial para liderar a transição até as eleições democráticas no país da África Ocidental após Compaore renunciar na sexta-feira depois de dois dias de protestos.

"A presidente da Comissão (braço administrativo da UA) destaca o dever e a obrigação das forças de defesa e segurança de se colocarem à disposição das autoridades civis que deveriam liderar a transição", afirma o comunicado de Nkosazana Dlamini-Zuma.

O Conselho de Segurança e Paz da União Africana - o braço do bloco continental que impõe sanções por violações do processo democrático - discutirá a situação em Burkina Fasso na segunda-feira, 3, acrescentou o comunicado. / REUTERS                

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