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União Europeia planeja medidas mais duras para resolver crise imigratória

A Alemanha e a França fizeram uma proposta para dar a uma força de fronteira da União Europeia (UE) o poder para, pelo menos em teoria, patrulhar fronteiras gregas, mesmo sem o convite da Grécia, no mais recente sinal de endurecimento das atitudes para resolver a crise imigratória na Europa.

ALASTAIR MACDONALD, REUTERS

08 de dezembro de 2015 | 19h00

A proposta, feita numa carta enviada na semana passada ao executivo da UE em Bruxelas e vista pela Reuters nesta terça-feira, iria a princípio valer para todos os países membros, e não apenas à Grécia.

No entanto, ela é movida pela frustração diante do fracasso grego para controlar o grande número de pessoas que chegam pelo mar, e do risco que isso está gerando para a zona livre Schengen.

Líderes europeus, com dificuldades para chegar a um consenso sobre o tema e enfrentando pressões nos seus países, irão novamente discutir a crise numa reunião em 17 de dezembro.

Diplomatas esperam demandas por mais pressão coerciva sobre governos e imigrantes para que as políticas formuladas em Bruxelas sejam seguidas.

"Em circunstâncias excepcionais, a Frontex deve ser capaz de enviar rapidamente equipes de reação para as fronteiras por iniciativa própria e sob a sua responsabilidade", afirmaram os ministros do Interior da França, Bernard Cazeneuve, e da Alemanha, Thomas de Maiziere, na carta enviada à Comissão Europeia na quinta-feira.

A Frontex é a agência da UE que cuida do gerenciamento de fronteiras.

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