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União Européia prepara a redução de suas forças na Bósnia

A União Européia (UE) estudará os preparativos para reduzir a sua operação militar na Bósnia e o lançamento de missões civis no Kosovo e Afeganistão, numa reunião de dois dias entre os ministros da Defesa do bloco, que começa nesta quinta-feira, 1, na cidade alemã de Wiesbaden.A UE confirmou esta semana sua intenção de reduzir de 6.500 para 2.500 homens as suas forças na Bósnia até junho.A situação da segurança evoluiu o suficiente para permitir atransição, na avaliação da UE, que no entanto manterá sua capacidade de reação.KosovoOs ministros debaterão também os planos da UE de assumir astarefas policiais e de administração civil das Nações Unidas no Kosovo, depois de o Conselho de Segurança da ONU aprovar o estatuto final da província sérvia, de maioria independentista albanesa.Desde 21 de fevereiro, sérvios e albano-kosovares discutem em Viena a proposta de estatuto apresentada pelo mediador da ONU, o ex-presidente finlandês Martti Ahtisaari. Ele espera receber o sinal verde do Conselho de Segurança no fim de março.A UE deve postar na província uma missão policial e de apoio ao Estado de direito, à Justiça e às instituições, integrada por cerca de 1.500 pessoas.O futuro papel da UE no Kosovo exigiria uma estreita colaboração com a Otan, que conta com 16 mil soldados no território e continuará cuidando da segurança.AfeganistãoA reunião desta quinta-feira, 1, terá como convidado o secretário-geral da Otan, Jaap de Hoop Scheffer, quem mantém contatos regulares com o Alto Representante para a Política Externa e de Segurança Comum da UE, Javier Solana.Os ministros serão informados também dos preparativos para uma missão de formação da Polícia no Afeganistão, em maio, atendendo a um pedido da Otan, que conta com 35 mil soldados no país. A missão será integrada por 160 policiais e 70 especialistas.Outro tema na agenda é a cooperação com outras organizações, como a ONU e a União Africana.A UE é o principal apoio financeiro e político da missão de paz da União Africana (UA) na conflituosa província sudanesa de Darfur, que atravessa um momento difícil devido à obstrução do governo ao posicionamento de uma força de apoio da ONU.

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