Yves Herman/Reuters
Yves Herman/Reuters

União Europeia prorroga sanções à Coreia do Norte por programas nuclear e balístico

Segundo o Conselho da UE, meta continua sendo a 'desnuclearização completa, verificável e irreversível da Península da Coreia'

Redação, O Estado de S.Paulo

16 de julho de 2019 | 02h57

BRUXELAS - O Conselho da União Europeia (UE) decidiu nesta segunda-feira, 15, prorrogar suas medidas restritivas contra personalidades e entidades da Coreia do Norte que deram contribuições a programas relacionados com as atividades nucleares, de mísseis balísticos e de outras armas de destruição em massa, e também que tentaram contornar sanções.

No total, o número de pessoas que serão alvo da aplicação de sanções de forma autônoma pela UE chega a 57, além do bloqueio de ativos de nove entidades dentro do regime próprio de sanções do bloco europeu.

Além disso, o Conselho da UE transpôs todas as resoluções correspondentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que afetam 80 pessoas e 75 entidades. As sanções da UE contra a Coreia do Norte são "as mais duras que jamais foram adotadas contra qualquer país", lembrou o Conselho.

Elas são uma resposta às atividades de desenvolvimento de armas nucleares e de mísseis balísticos do país asiático, que infringem várias resoluções do Conselho de Segurança da ONU.

A UE manifestou em diversas ocasiões a firme convicção de que "a paz e a desnuclearização duradoura da Península da Coreia devem ser alcançadas por meios pacíficos", e que "o processo diplomático deve continuar sendo a única maneira para conseguir esse objetivo".

A meta principal continua sendo "a desnuclearização completa, verificável e irreversível da Península da Coreia", concluiu o Conselho da União Europeia. / EFE

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