União Europeia reforça sanções contra Rússia

A União Europeia decidiu reforçar nesta terça-feira as sanções contra a Rússia, em reação à queda do avião da Malaysia Airlines no leste da Ucrânia. Os ministros do Exterior da Europa devem nomear até quinta-feira as pessoas e organizações que sofrerão as restrições. Nomes próximos ao presidente Vladimir Putin devem constar na lista.

Agência Estado

22 Julho 2014 | 17h21

O país é acusado de dar suporte aos separatistas pró-Rússia, suspeitos de disparar o míssil que derrubou o voo MH17, matando todas as 298 pessoas a bordo.

"Aqueles direta ou indiretamente responsáveis por derrubar o avião devem ser responsabilizados e levados à justiça", disse a chefe da política externa da União Europeia, Catherine Ashton.

A medida visa pressionar a Rússia e os separatistas do leste da Ucrânia a cooperar com as investigações. Os ministros reunidos nesta terça-feira em Bruxelas afirmaram que podem tomar medidas mais agressivas caso não vejam "completa e imediata cooperação" por parte da Rússia e dos militantes ucranianos pró-Rússia.

Foram citadas como possibilidade um embargo contra equipamentos de defesa e outros itens, caso não haja cooperação imediata na investigação do incidente.

Antes da decisão, a UE já havia anunciado sanções contra 72 russos e separatistas, além de duas empresas de energia da Crimeia. Fonte: Dow Jones Newswires.

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