EFE/Jason Szenes
EFE/Jason Szenes

Uruguai é eleito para o Conselho de Segurança das Nações Unidas

Além do país latino, Japão, Ucrânia, Egito e Senegal ocuparão uma cadeira de membro não permanente do CS em 2016

O Estado de S. Paulo

15 Outubro 2015 | 12h43

NAÇÕES UNIDAS - Foram eleitos nesta quinta-feira, 15, pela Assembleia-Geral das Nações Unidas os cinco novos membros não permanentes do Conselho de Segurança, que terão mandatos de dois anos a partir de 1º de janeiro de 2016: Egito, Japão, Senegal, Ucrânia e Uruguai.

Dos 193 países-membros da ONU que têm direito a voto, o Egito recebeu 179 indicações favoráveis, o Japão teve 184 votos, Senegal ficou com 187, a Ucrânia recebeu 177 e o Uruguai foi eleito com 185 votos. Eles substituirão Chade, Chile, Jordânia, Lituânia e Nigéria.

Além do 5 membros permanentes com poder de veto - China, França, Rússia, Grã-Bretanha e Estados Unidos -, o Conselho de Segurança é composto por 10 membros não permanentes que são escolhidos por períodos de dois anos e têm direito a voto, mas não têm poder de veto como as cinco potências.

Representante da América do Sul eleito sem concorrência, o Uruguai cumprirá seu segundo mandato no CS - o primeiro foi entre 1965 e 1966 - ao substituir o Chile.

A candidatura uruguaia foi para a votação com o aval dos países latino-americanos, por isso que não concorria com nenhum Estado pelo assento, mas precisava do respaldo de pelo menos dois terços dos membros da ONU, um número que superou com folga.

Os outros cinco membros não permanentes, que ainda continuarão no Conselho no próximo ano, são Angola, Malásia, Nova Zelândia, Espanha e Venezuela.

O Conselho de Segurança se ocupa principalmente de garantir a manutenção da paz e a segurança internacionais e é, portanto, o principal órgão da ONU para abordar guerras e crise graves, ou para decidir o posicionamento de "boinas azuis", seu pessoal militar.

Entre os assuntos mais frequentes em sua agenda atualmente estão a situação na Síria, as guerras em vários países africanos e o conflito palestino-israelense. / EFE

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