Arun Sankar K./AP
Arun Sankar K./AP

Vai a 42 total de mortos após ciclone no sudeste da Índia

Thane levou ventos pesados e chuvas fortes ao país; furacão perdeu força nas últimas horas

Agência Estado

31 de dezembro de 2011 | 19h21

NOVA DÉLHI - Chuvas pesadas e ventos fortes deixaram pelo menos 42 pessoas mortas e centenas de desabrigadas após a passagem de um ciclone na costa sudeste da Índia, informaram autoridades locais neste sábado, 31.

 

O ciclone Thane atingiu a costa entre os Estados de Cuddalore e Tamil Nadu e o território de Puducherry ontem, deixando uma rastro de destruição antes de perder força ao longo da madrugada, segundo informou o Departamento de Meteorologia da Índia.

 

Pelo menos 21 pessoas morreram em Cuddalore, informou o administrador do distrito, V. Amuvalli. "A extensão dos danos ainda está sendo avaliada", informou Amuvalli por telefone, acrescentando que a maior parte das pessoas morreu eletrocutada.

 

Autoridades disseram que estão trabalhando para restaurar a energia que foi cortada em algumas regiões durante a passagem do ciclone. Estradas e tráfego aéreo, no entanto, funcionam normalmente.

 

Fortes chuvas e ventos de 140 quilômetros por hora causados pelo ciclone destruíram centenas de casas e derrubaram árvores na região. Em Tamil Nadu, o ciclone deixou outros vários mortos e sete pessoas morreram em Puducherry e nos arredores, de acordo com a agência de notícias Press Trust of India. Cerca de 20 mil pessoas foram retiradas do local e levadas para campos de propriedade do Estado.

 

Índia e Bangladesh são frequentemente atingidas por ciclones entre abril e novembro causando danos generalizados.

 

Em 2009, o ciclone Aila atingiu o sudeste de Bangladesh matando 300 pessoas e deixando um rastro de quatro mil quilômetros de destruição. Na Índia, o pior ciclone ocorreu em 1997, quando mais de 10 mil pessoas morreram. As informações são da Associated Press e Dow Jones.

Tudo o que sabemos sobre:
cicloneÍndiamortesÁsia

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.