Vaticano critica máquinas de preservativo em escola

Uma escola de Ensino Médio da Itália enfureceu a Igreja Católica por decidir instalar máquinas de venda de preservativos para os estudantes. O cardeal Agostino Vallini, pároco do papa Bento XVI em Roma, criticou hoje a decisão, afirmando que ela trata o sexo como algo trivial.

AE-AP, Agencia Estado

11 de março de 2010 | 13h53

O jornal dos bispos italianos publicou hoje que, com a iniciativa, o sexo ficava degradado a "mero exercício físico". A escola Keplero informou que instalará seis máquinas de venda de preservativos a fim de educar os estudantes sobre sexualidade e proteção contra o vírus da aids.

O Vaticano se opõe aos métodos anticoncepcionais. Bento XVI foi duramente criticado, no ano passado, quando afirmou que distribuir camisinhas não era a resposta para resolver o problema da transmissão do vírus HIV na África. O papa afirmou que o melhor caminho para isso é a abstinência sexual e a fidelidade no matrimônio.

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