JONNE RORIZ/AE
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Venda de armas nos EUA durante Black Friday atinge novo recorde

Segundo um porta-voz do FBI, agentes avaliaram os antecedentes de compradores em mais de 185 mil ocasiões, transformando a sexta-feira no dia com maior venda de fuzis e pistolas das últimas décadas no país

O Estado de S.Paulo

29 de novembro de 2016 | 07h31

WASHINGTON - O FBI calcula que a venda de armas nos EUA alcançou um novo recorde de promoções na chamada Black Friday, por ter aumentado em 0,2% o número de controles de antecedentes penais processados pela agência federal.

Um porta-voz do FBI, Stephen Fischer, disse que os agentes avaliaram em 185.713 ocasiões os antecedentes de possíveis compradores, o que transforma a sexta-feira no dia com maior venda de fuzis, rifles e pistolas das últimas décadas nos EUA.

Em 2015, quando foi registrado o recorde anterior, 185.345 pessoas aproveitaram a queda de preços da data para comprar armas de fogo, além de brinquedos e presentes de Natal.

Tanto em 2015 quanto em 2016 foi superado o recorde de venda de armas registrado em 21 de dezembro de 2012, quando foram revisados os históricos criminais de 177.170 pessoas.

A Black Friday dá início às promoções da temporada de compras natalinas, e nos EUA costuma ser um dos dias do ano no qual mais armas de fogo são adquiridas.

A tendência de compra de armas em massa se manteve este ano, apesar de a venda de fuzis e pistolas ter caído desde que Donald Trump, favorável ao direito de possuir e portar armas, ganhou as eleições presidenciais.

Antes do pleito de 8 de novembro, disparou o número de compras de pistolas e fuzis por medo de que a ex-candidata democrata à presidência, Hillary Clinton, vencesse e restringisse o direito de portar armas, previsto na Segunda Emenda da Constituição dos EUA. / EFE

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