AP Photo/ Andrew Harnik
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Venezuela bloqueia serviços de live-streaming e programas de tradução

Segundo entidade europeia que monitora a censura à internet, bloqueio começou após Guaidó convocar uma greve geral

Redação, O Estado de S.Paulo

01 de maio de 2019 | 16h57

CARACAS - Uma entidade que vigia a censura na internt denunciou nesta quarta-feira que o provedor estatal venezuelano restringiu o acesso a serviços como streamings ao vivo, YouTube e programas de tradução do Google e Microsoft.

 

A NetBlocks, com sede na Europa, disse que o bloqueio começou justamente quando o líder opositor Juan Guaidó apareceu em público e convocou uma greve geral.

A entidade afirmou que vários serviços de internet também foram bloqueados na terça-feira quando Guaidó assegurou ter o apoio das Forças Armadas para depor o presidente Nicolás Maduro.

Mas o presidente permaneceu no poder e os serviços foram restaurados pouco antes de Maduro fazer um discurso pela TV à noite.

Segundo a NetBlocks, entre os serviços de live-streaming que foram bloqueados nesta quarta-feira estava o Periscope. Ativistas dizem que o bloqueio dos sites de tradução foi uma maneira de censurar a cobertura internacional sobre o que se passa na Venezuela e a interferência de programas de mensagens e de live-streaming busca prejudicar a comunicação entre os manifestantes. / AP

 

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