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Venezuela deporta cineasta dos EUA acusado de espionagem

Tim Tracy foi preso em abril; o presidente Obama considerou as acusações 'ridículas'

O Estado de S. Paulo,

05 Junho 2013 | 14h02

CARACAS - A Venezuela deportou um cineasta dos EUA que havia sido preso em abril sob acusações de estar trabalhando como espião para Washington e assessorando grupos de estudantes de oposição sobre como desestabilizar o país.

O ministro da Justiça e do Interior da Venezuela, Miguel Rodríguez Torres, disse no Twitter nesta quarta-feira, 5, que Tim Tracy, "capturado enquanto espionava em nosso país, foi expulso". O advogado de Tracy, Daniel Rosales, disse que o cineasta, de 35 anos, foi colocado em um voo para Miami.

A família de Tracy afirma que ele estava fazendo um documentário na Venezuela antes da eleição de 14 de abril. O presidente dos EUA, Barack Obama, considerou as acusações contra o cineasta "ridículas".

O governo venezuelano diz que agentes de inteligência haviam rastreado Tracy no final de 2012 e tinham descoberto ampla evidência de que ele estava conspirando com grupos contrários ao governo para causar violência.

Rosales disse que o cineasta foi bem tratado durante o tempo que passou preso. "Tudo acabou bem no final", disse Rosales./ REUTERS 

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