Venezuela intervém em banco regional

Governo alega problema de liquidez; é a 13ª ação do governo sobre bancos em menos de um ano

Agência Estado e Associated Press

15 de outubro de 2010 | 14h33

CARACAS - O governo da Venezuela interveio no Bancoro, que já chegou a ser o 11º maior banco do país, por ele apresentar problemas de liquidez, informaram nesta sexta-feira, 15, autoridades locais. Com isso, subiu para 13 o número de instituições financeiras que passaram para as mãos do Estado no país, nos últimos 11 meses.

 

O ministro de Planejamento e Finanças, Jorge Giordani, informou em conversa com jornalistas que o governo decidiu após o fechamento de operações do banco ontem "intervir a portas fechadas" no "Bancoro C.A., Banco Universal Regional", por ele apresentar "problemas graves de liquidez".

 

A situação se manteve "apesar dos planos de recuperação que foram formulados. Seus diretores não puderam cumprir com os requerimentos para sanar essa situação". O problema, segundo o ministro, vinha ocorrendo desde janeiro de 2009.

 

Giordani disse que, ao fechar suas operações ontem, o Bancoro "apresentou insuficiência de fundos em sua conta única para cumprir a posição líquida no sistema da câmara de compensação eletrônica do Banco Central".

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