Venezuela nega falta de liberdade de expressão

O diplomata Roy Chaderton, embaixador da Venezuela na Organização dos Estados Americanos (OEA), defendeu ontem investigação na emissora de TV Globovision e repudiou as acusações da comunidade internacional de que o governo Hugo Chávez ameaça a liberdade de expressão. Dois representantes internacionais, um da OEA e outro da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgaram documento no qual alertam para o "clima de intimidação" na Venezuela, onde, ressaltam, a liberdade de expressão está "seriamente limitada".

Agencia Estado

24 de maio de 2009 | 01h54

Chaderton declarou que a Globovision pratica "terrorismo de mídia" e acusou os observadores internacionais de defenderem os "interesses das empresas privadas de mídia". A Globovision é acusada pelo governo Chávez de propagar "pânico e ansiedade" na cobertura de um terremoto no último dia 4. A emissora não teve acesso à chefia da agência oficial de sismologia, e criticou o governo pelo que chamou de resposta lenta. Chávez pediu sanções à emissora e disse que seu diretor, Federico Ravell, "é um louco com um canhão".

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