Carlos Garcia Rawlins/Reuters
Carlos Garcia Rawlins/Reuters

Venezuela rejeita ameaça de sanções dos EUA e promete manter Constituinte

'Povo venezuelano é livre e responderá unido ante a insolente ameaça feita por um império xenófobo e racista', diz chanceler venezuelano

O Estado de S.Paulo

18 Julho 2017 | 13h35

CARACAS - O governo da Venezuela rejeitou nesta terça-feira, 18,  as ameaças de sanções feitas ontem pelo  presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e prometeu manter a Assembleia Nacional Constituinte, apesar da pressão internacional crescente. 

"Nada nem ninguém poderá impedi-la, a Constituinte prossegue. Hoje, o povo venezuelano é livre e responderá unido ante a insolente ameaça feita por um império xenófobo e racista", afirmou o chanceler da Venezuela, Samuel Moncada, em coletiva de imprensa.

O chanceler acusou a oposição venezuelana de ter "arrastado o presidente Trump a cometer uma agressão aberta contra um país latino-americano".

"Fazemos um apelo aos povos da América Latina e Caribe e aos povos livres do mundo que entendam a magnitude da brutal ameaça dos Estados Unidos e a defender a soberania".

O presidente, Nicolás Maduro, também reagiu às ameaças americanas. "Ninguém manda na Venezuela. A Venezuela não recebe ordens de nenhum gpverno estrangeiro. Aqui, mandam os venezuelanos, e não Trump", disse o presidente. "A Constituinte já está nas mãos do povo." / AFP

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