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Ministério da Saúde
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Venezuelano e peruano são presos vendendo testes de coronavírus em Lima

Homens serão acusados de crimes contra a saúde pública; polícia não informou quanto cobravam para fazer os exames rápidos

Redação, O Estado de S.Paulo

22 de abril de 2020 | 01h58

LIMA - A polícia peruana deteve, na terça-feira (21), dois homens que vendiam ilegalmente exames do novo coronavírus em Lima, informaram as autoridades. "Capturamos um cidadão venezuelano e outro peruano quando estavam realizando testes rápidos de covid-19 nas ruas do distrito de Comas", no norte da capital peruana, disse à AFP um porta-voz da polícia. 

Após a prisão, o venezuelano Yonattan Pineda informou aos policiais que era auxiliar de enfermagem e o peruano Julio Tasaico afirmou ser médico radiologista, o que não era verdade, segundo os agentes. "Eles tinham em seu poder 26 testes rápidos, dos quais 25 já tinham sido utilizados", disse o comandante Carlos Aliaga.

Os detidos contaram que trabalhavam em uma empresa de saúde que fornece este tipo de teste em residências. Além disso, de acordo com o policial, eles explicaram que estavam sob a supervisão de um médico venezuelano, o que também era mentira. "Ao verificar os dados, vi que ambos não tinham autorização para exercer a profissão", afirmou Aliaga.

Os dois serão acusados de crimes contra a saúde pública. A polícia não informou quanto cobravam para fazer os testes rápidos.

Até o momento, o Peru registrou mais de 17,8 mil casos de covid-19, com mais de 480 mortes. Já a Venezuela, tem 288 infecções confirmadas e 10 óbitos/ AFP

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