Carolyn Kaster/AP
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Veto a homossexuais no Exército dos EUA acaba em setembro, diz Obama

Presidente comunicou que todos os requisitos para a revogação do veto foram cumpridos

Reuters

22 de julho de 2011 | 19h07

WASHINGTON - A proibição para que homossexuais declarados sirvam nas Forças Armadas dos Estados Unidos terminará em 60 dias, disse nesta sexta-feira, 22, o presidente americano, Barack Obama, ao notificar o Congresso que cumpriu todos os requisitos para revogar a polêmica lei conhecida como "Don't Ask, Don't Tell".

 

De acordo com um comunicado emitido pela Casa Branca, as Forças Armadas estão preparadas para deixar de lado uma política vigente durante 18 anos que obrigou os oficiais gays a ocultar sua orientação sexual. "Em 20 de setembro, os soldados não vão mais se ver obrigados a ocultar quem são para servir nosso país. Nossas forças não se verão privadas do talento e da habilidade dos compatriotas só porque são gays ou lésbicas", diz a nota.

 

Obama promulgou a lei que permitia a revogação da "Don't Ask, Don't Tell" no ano passado. A medida, porém, necessitava da aprovação dos líderes do Pentágono após a comprovação de que não afetaria os processos de preparação militar.

 

Obama disse que o anúncio desta sexta seguiu o "extenso treinamento do pessoal militar e a declaração do secretário de Defesa, Leon Panetta, e do chefe de Estado Maior, o almirante Mike Mullen, de que nossas forças estão prontas para a revogação" da lei que proibia os homossexuais assumidos de servir.

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