Vigias terceirizados são mortos em ataque no Iraque

Três funcionários privados que trabalhavam para o governo norte-americano foram mortos após um ataque com foguetes contra a fortificada Zona Verde, informou a embaixada dos Estados Unidos no Iraque. Outras três pessoas foram mortas em incidentes nas cidade de Mosul, norte do país, e em Faluja, a oeste de Bagdá.

AE-AP, COM DOW JONES, Agência Estado

22 de julho de 2010 | 16h05

"Dois ugandenses e um peruano foram mortos e 15 pessoas ficaram feridas" por "disparos de foguetes no interior da zona internacional", informou a embaixada, usando outro nome para a Zona Verde, localizada no centro de Bagdá. "Dois dos feridos eram cidadãos norte-americanos", segundo o comunicado. "Todos os mortos e feridos trabalhavam para uma empresa norte-americana que faz a segurança das instalações do governo dos Estados Unidos no Iraque."

A Zona Verde, que abriga as embaixadas dos Estados Unidos e de outros países, bem como prédios do governo iraquiano, continua a ser o alvo de frequentes ataques de foguetes e morteiros. Em Mosul, homens armados mataram duas pessoas e feriram outras duas em ataques separados. O xeque Abd Fathi al-Naimi, líder sunita da mesquita de Al-Areej, foi morto na região de Zinjili.

Em Faluja, um policial foi morto e um civil ficou ferido depois que um bomba, colocada no carro do policial, foi detonada. Três soldados iraquianos também ficaram feridos após a explosão de uma bomba colocada à beira de uma estrada, cujo alvo era uma patrulha de quatro veículos em Garma, leste de Faluja.

Fuga

O ministro da Justiça iraquiano, Dara Noueddin, disse que quatro prisioneiros ligados a Al-Qaeda escaparam de uma prisão na área de Bagdá que foi entregue pelos Estados Unidos às forças de segurança uma semana atrás.

Segundo ele, os homens, que aguardavam julgamento por terrorismo, escaparam da prisão, anteriormente conhecida como Camp Cropper. O fato pode ser uma complicação para o Iraque, que passou a administrar a prisão em 15 de julho.

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